Bucólicas, ( XIII )

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Lenda antiga dos prados antinos à tarde d´outomno, hora seda carmesim.
Segredando Zéfiro augure no plexo Stradivárius do arboreto.
Trapeja na prima o polegar e o sangue inda em minha seda a lembrar a lenidade d´outrora.
Não vibrará assim estrídulo o tinhorão e não terá que rubor o umbu sustenido.
Debalde murmura a tília coagula em cada anelo que coagula sepulto o sonho em musselina azul.
A aragem no sangue esbatendo-se rubente no tule opalina.
Talvez o mi-bordão que umas mãos assim houvessem tocado na clave d´amor
E soasse alto o rubro clarim plangente n´alma alvorada azul das saudades
Surdo estala estrépito em meu ouvido.
No semblante teu ósculo a acordar-me à sinfonia vernal d´um setembro quedo
Estrênuo o amor ovante, estrênuo o tronco triunpha dos recontros fatais.

E na plaga em que estamos é o sertanejo que entoa e esfolha notas d´uma moda que olvidamos...