Bucólicas, ( I )

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- “Abalemos p´lo pendor d´esta coxilha que já, lá, o comboio vem a fumar o seu caporal de hulha incendida”.

 A traquitana esfalfada do Itaguaí vai voraginando as distâncias n´um abalo d´edacidade insofrida. Magnetiza-lhe o telurismo enervante dos juncais medrando a flor d´água n´um eretismo de fouxel eriçado; o hiato alvacento das Uiratingas no ninhal acachoado das guaratibas, n´um acuso rememorante de ideais estremes p´lo fragor dos sonhos da mocidade.

 Eh, boi!!!!.....

 - “Além da macega é o arroio do Sta. Maria que se nos deparará. Lá, o ululo clangorante das águas na undação estrepitosa do rio; o alarido assonante da petizada no avolvimento amotinado das pândegas vespertinas, em que se os vê tibungando os arcaboiços escanifrados no espelho embaciado das águas lôbregas...”.

 O Itaguaí alastra n´uma alcatifa esmeraldina de campinarama; o ajuntamento dos capões em visualidade de burgo medievo... a passo e passo é o ufanismo esteriçado dos umbus; o zimbório abobadado das franças efundindo-se n´uma majestade ideal de architectura catedralesca; o opérculo das frondes esgalhadas deitando sobre o faxinal sarapilhento o epileptismo vasquejante das fantasmagorias...

 Cá a canalha dos pequenos vem dar empós o esfalfamento das folganças, à tardinha, quando se vai abalando o sol, lá, p´ra os lados do Sto Amaro, nos desmoronamentos do crepúsculo. Então se vão os Longes confundindo na imistão promíscua dos assombramentos; a anastomose das sombras, na esfumatura que o crepúsculo alastra, põe impressionabilidades imagéticas de furnas avernais à barafunda das veredas, permistando-as na sinalefa obliterante dos umbrores...

 O Itaguaí é uma pochade impressionista que a natura, arrebatada n´um elance de esteticismo invulgar, deitou sobre a testacidade argilosa dos cerrados...